quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

20 anos sem Gainsbourg

No próximo 2 de março, fazem 20 anos que o mundo perdeu Serge Gainsbourg. Para homenagear a data, vários shows tem sido realizados com artistas atuais cantando os clássicos do maior compositor de música pop que a França já teve.

O Taratata convidou uma série de artistas e as minhas versões preferidas são essas aqui:

Ben L'Oncle Soul (claro!) cantando Vieille Canaille com Sly Johnson:



Ours com Hollysiz cantando "Chez les yéyés"

Já o Canal 2 também fez outro especial, o "20 ans déjà":




E tudo isso me fez lembrar de uma ótima versão de Gainsbourg feita por Benjamin Biolay e Julien Clerc alguns anos atrás:



* As dicas das homenagens a Gainsbourg, eu peguei do ótimo site Filles Sourires.

2 comentários:

  1. Eu tive a oportunidade de assistir a algumas performances dos homenageadores do canal 2 e sinceramente falando até agora não gostei de nenhuma. Mesmo o "excelente" Benjamin Biolay, de quem todos falam, na minha opinião não interpreta a canção, ele fala, e foi assim com a grande maioria dos participantes. Sempre na contramão do pensamento da imprensa francesa, eu particularmente falando não tenho nada contra as "ex-star academys da vida", Nolwenn e Élodie, que só foram escolhidas para o evento, única e exclusivamente por estarem vivendo um bom momento artístico. Fiquei feliz por vê-las lá, mas não gostei da música que escolheram para que elas interpretassem. A Élodie, que é uma garota a quem eu respeito e admiro, foi selecionada para interpretar Dieu Fumeur De Havanes porque viveu a Catherine Deneuve jovem no filme Potiche. A Élodie alcança notas altas, a Catherine não. Resultado não ficou legal. A Shy'm que já não faz parte da escola dos reality shows tb não ficou bem cantando La Chanson De Prévert. Acho que se eles queriam que os jovens artistas, prestassem uma homenagem deveriam pedir para que eles dessem uma nova versão, e talvez até fossem mais felizes. Mas enfim,ignore o que eu falei, foi só um desabafo.

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  2. Luziangela, antes de mais nada, bem-vinda! Eu acompanho o seu blog há um tempo e gosto bastante de lá.

    Sobre os seus comentários, a minha opinião é a de que sempre temos que ter um pouco mais de paciência com as versões. Ainda mais quando se tratam de versões de Gainsbourg, que é tão adorado e criou clássicos que a gente já se acostumou a ouvir do jeito que eles são e tende a detestar tudo que, de certa forma, agride estes acordes já tão familiares aos nossos ouvidos.

    Destas versões todas, a única que eu gostaria de ver em um disco é a de Ben L'Oncle Soul. Fiquei impressionadíssima com a performance e a luminosidade que ele deu à música. Achei muito feliz a escolha.

    Sobre Élodie, concordo que ela é uma escolha óbvia demais e eu, pessoalmente, não gosto do trabalho dela. Tanto que, se você reparar, nunca mencionei ela antes aqui no Sob o céu de Paris, mas achei decente a versão e a conexão dela com o Stanislas me deixou um pouco hipnotizada.

    Já o Biolay, sou suspeita demais para falar. Eu o incluí aqui nem tanto por gostar da versão dele, mas por respeito. Não poderia omitir assim a participação dele, ainda mais em uma homenagem a Gainsbourg.

    E, por favor, sinta-se em casa sempre que quiser desabafar sobre a música francesa!

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